Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Conversa Aberta "Avenida Dr. Lourenço Peixinho - Que futuro?"

Parte do nosso grupo pôde estar presente na "conversa aberta" intitulada "Avenida Dr. Lourenço Peixinho - Que futuro?", organizada por colegas da nossa escola, também concorrentes das Cidades Criativas - "Aveiro Nosso", no dia 15 de Abril, ao final da tarde.

 

Foram convidados o arquitecto Pompílio Souto e a Dra. Rosa Maria Oliveira (autora do livro "Leituras da Avenida Lourenço Peixinho"), para dissertar sobre a história e futuro da nossa principal avenida.

 

Não chegámos, infelizmente, a tempo de ouvir a Dra. Rosa Maria Oliveira - mesmo as suas últimas palavras, que poderíamos eventualmente aproveitar, nos foram negadas pelo reduzido volume da voz da dita participante. Ainda bem que, pelo contrário, o arquitecto tinha uma forte voz, que se ouviu sem dificuldade no fundo da sala, onde nos encontrávamos.

 

Já o conhecíamos, naturalmente, das nossas conversas semanais. No entanto, foi a primeira vez que pudemos vê-lo pessoalmente, já que, como é sabido, durante a tertúlia por nós organizada, ele se encontrava indisponível, curiosamente numa tertúlia por ele convocada.

 

Do que ouvimos, gostámos da sua exposição. Tem opiniões pessoais e interessantes relativamente à avenida, o que é bom de ouvir, naturalmente.

 

No final, o grupo expôs parte do trabalho por si realizado ao longo do ano lectivo, numa apresentação de PowerPoint. Após exposição de ideias "criativas" e amostragem de algumas fotografias (que infelizmente não conseguiram identificar na sua totalidade) de cidades europeias, abriram um espaço de reflexão/questões relativamente ao tema abordado.

 

Um elemento do nosso grupo colocou uma questão relacionada com a opinião do grupo relativamente aos estacionamentos subterrâneos previstos para a dita avenida, associados a ideias da criação de esplanadas na avenida, que não se lhe afiguravam uma boa solução tendo em conta a dimensão dos passeios. Embora a resposta relativamente às esplanadas tenha sido satisfatória (o grupo planeava ocupar os estacionamentos actuais, que poderiam ser removidos com a criação dessas estruturas subterrâneas, por passeio), a despreocupação do grupo relativamente a um tema (o dos estacionamentos subterrâneos ditos "polémicos") já que ele se encontra num estado definitivo e incontornável, é-nos muito pouco querida, se falamos de uma séria análise dos futuros de uma das principais artérias da nossa cidade.

 

Infelizmente, não pudemos ficar até ao final. Pelo que vimos, e sobretudo devido ao arquitecto Pompílio Souto, valeu a pena a visita ao Teatro Aveirense.

Carolina, Tomás, André e Patrícia às 15:39
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