Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Debate cRIAtivo

    Depois de tantas conversas "pelo ecrã", resolvemos organizar um debate pessoal com todos os entrevistados até ao presente e outras personagens que achámos de participação importante.   
    Convidamo-lo a comparecer nesta "tertúlia" aberta, quinta-feira, dia 3 de Abril, pelas 21.30h, no Salão Nobre do Teatro Aveirense.
    Material indispensável: carinho por Aveiro e vontade de a discutir para melhorar.
Carolina, Tomás, André e Patrícia às 22:08
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Sábado, 29 de Março de 2008

Avaliação do 2º Período

Os nossos resultados do final do 2º período foram os seguintes:

 

André Pereira - 17

Carolina Costa - 17

Patrícia Colchete Freire - 17

Tomás FIdélis Nogueira - 18

 

 

Que não se interprete a falta de evolução destes valores como uma falta de evolução na dedicação e trabalho realizado - antes pelo contrário, o crescimento do grupo tem sido notório nestes últimos meses. A razão para estes valores prende-se com a alteração dos critérios de avaliação, sendo que, por exemplo, nestes pesa mais o portefólio da disciplina do que o trabalho realizado, tendo nós dedicado a este último ponto bastante mais atenção que ao primeiro.

Carolina, Tomás, André e Patrícia às 12:19
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Terça-feira, 25 de Março de 2008

Conversa com o Dr. Luís Souto - Excerto

Ficam aqui alguns dos momentos mais importantes da Conversa do dia 12 de Março com o Dr. Luís Souto, Presidente da ADERAV.
 
 
"CC: O que é para si uma Cidade Criativa?
LSouto: Uma "Cidade Criativa" é aquela que de certo modo permite dar asas à imaginação, ao sonho de cada um. (...)  Se uma cidade não permitir sonhar, ambicionar, ter projectos individuais de vida, também não o será colectivamente. É preciso que a cidade crie condições de sonho para que ela seja uma realidade em que dê gosto viver.
CC: Boa resposta. De que modo pode o património (cultural e natural) potenciar essa cidade individualmente colectiva?
LSouto: Martin Luther King falava num sonho (I have a dream) e com isso não queria desmobilizar as pessoas em torno de utopias mas numa construção de ideais. O Património pode ser um elemento estruturante de uma cidade criativa e que estimula a criatividade. Se pudermos desfrutar da natureza, da água que nos percorre, por exemplo, teremos aí fonte de criatividade e de projecto individual e daí também colectivo.
 
(...)
 
CC: Que medidas tomaria para promover essa mais chegada relação entre os diferentes pontos da região? (Não de modo a torna-los indistinguíveis, mas, entendemos, formando uma rede contínua e interactuante).
LSouto: Por exemplo: o património arquitectónico de Aveiro é certamente melhor entendido e defendido se pensarmos à escala regional. No património natural a mesma coisa. Como posso aceitar que numa entrevista a um jornal local, o presidente da junta de freguesia de Requeixo venha, a propósito da Pateira, vir dar uma coroa de louros ao presidente da Câmara de Aveiro, tendo com isso uma atitude de profunda injustiça para com Águeda e promotora de rivalidades estéreis. Este é só um exemplo negativo
LSouto: A Pateira de Fermentelos é um óptimo exemplo: é algo que interessa a Aveiro, a Águeda e Oliveira do Bairro, em termos administrativos de municípios. Logo o que interessa é cooperação.
 
(...)
 
CC: E falando de cultura, que tal é essa interacção regional? Ou neste domínio devemos avaliar mais relativamente à cidade?
LSouto: Boa questão. Aí está outro exemplo da actuação descoordenada e do desperdício de recursos. Hoje a oferta cultural é diversificada mas chegamos ao ponto de haver sessões sobre os mesmos temas separadas por dias. Ora o público-alvo é restrito. É preciso um mecanismo de concertação de programação entre os diferentes agentes culturais, envolvendo nisto Ílhavo e Estarreja eventualmente."
Carolina, Tomás, André e Patrícia às 11:00
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Excerto da Conversa com a Eng. Lusitana Fonseca

Fica aqui um excerto de partes da Conversa do dia 5 de Março com a Eng. Lusitana Fonseca. 
 
"CC: Qual a margem de influência que as TIC exercem sobre a população aveirense?
Lusitana: Para lá do que vemos... Como as ideias e iniciativas que a cidade gera, de que vós próprios sois um exemplo, há indicadores interessantes sobre o consumo e oferta de serviços baseados nas TIC. Por exemplo a taxa de crescimento dos domínios “.pt” é maior em Aveiro do que em cidades com índices socio-económicos similares como Braga, Coimbra, Setúbal...
 
 (...)
 
CC: Qual é o seu espaço favorito na cidade? (a do presente)
Lusitana: Gosto dos bifes do Augusto.
Lusitana: Também gosto de todas as frentes de água... Mas o que eu mais gosto é do céu e do ar de Aveiro. Eu sei que a explicação está na física de refracção... Refracção dos raios de luz do sol na atmosfera saturada da água da Ria e do mar.
 
(...) 
 
CC: Que espaço mudava mais prioritariamente, e porquê?
Lusitana: Pintava as passadeiras de um branco mais branco... Pintava as flores de ferro forjado da Casa Major Pessoa... Pintava o Edifício "dos Távoras.
Lusitana: Penso que as decisões de desenvolvimento devem explorar e reforçar a relação da cidade com a Ria e com as marinhas... Para garantir que a cidade seja atractiva aos jovens e a todos os que sonham um futuro de criatividade... Por isso preocupa-me muito a linha da Refer para o porto de Aveiro... E o dique que irá amuralhar a cidade e separá-la da Ria."
 
 
Para uma consulta da Conversa integral, siga a seguinte hiperligação.
Carolina, Tomás, André e Patrícia às 10:39
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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Conversa com o Arquitecto Pompílio Souto - excerto

Tínhamos em atraso a habitual transcrição de um pouco das nossas conversas, esta referente ao dia 28 de Fevereiro.

"CC: O que é que na política urbana de Aveiro é o contrário de criatividade?
Pompílio: Não me parece que a questão da "política urbana" seja decisiva para promover ou reduzir a "criatividade" que pode existir num espaço urbano, numa cidade, por exemplo. Parece-me, isso sim, que a "politica urbana" em Aveiro é... Reactiva, casuística e pouco participada, sendo esta uma desvantagem de muito peso que – de facto – nos diz respeito a todos nós.

(...)

CC: Insiste-se muito, actualmente, na necessidade de tornar as cidades o mais "pedonais" possível. No entanto, é impossível numa cidade como a nossa andar na rua em dias de chuva – entre goteiras, maus escoamentos, passeios desnivelados... Não é um pouco culpa da arquitectura, que não prevê isto?
Pompílio: Não! É culpa nossa, que deixamos que alguém nos "faça a cama onde depois nos teremos de deitar".

(...)

Pompílio: A nossa região, tal com (sobretudo) o norte e centro do país sofre de problemas graves: o povoamento disperso; a falta de iniciativa pública na construção do espaço urbano; a nossa incapacidade de perceber que a nuclearização é geradora de benefícios de vária ordem e que, por isso, é um "desígnio". A Holanda tem metade do nosso território, o dobro da população e quando, de avião, a sobrevoamos, só se vêem tulipas, vacas e alguns "pequenos e densos aglomerados urbanos, constituídos por unidades de vizinhança, bairros, quarteirões, ruas, praças e, destro delas, pessoas a interagirem (criativamente? talvez)."
Carolina, Tomás, André e Patrícia às 00:00
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Terça-feira, 11 de Março de 2008

Flyers

Como anunciado há algumas semanas, aqui damos a conhecer as miniaturas de um dos meios de divulgação de que dispomos - os nossos flyers. Importa referir que, à parte o texto da parte de trás, que é maioritariamente da nossa autoria, este trabalho deve-se sobretudo ao trabalho do Professor José-António Moreira (aproveitamos para sugerir uma visita aos "Sons da Escrita"), do qual estamos imensamente agradecidos.

 

Que tal?

 

 

N.B.: O site que está neles inscrito está desactualizado. Alterá-lo-emos em breve, assim que nos dispusermos a novamente importunar (com aspas, esperamos) o Professor Moreira. Estes flyers foram, até ao momento, distribuídos na Biblioteca Municipal, na Escola Secundária de José Estêvão e na Universidade. E, sim, custam-nos os olhos da cara :D.

Carolina, Tomás, André e Patrícia às 22:03
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

9ª Conversa Semanal

    Esta semana teremos a última conversa deste período. O convidado é Luís Souto Miranda, Presidente da ADERAV (Associação para o Estudo e Defesa do Património Natural e Cultural  da Região de Aveiro).
    Contamos com a sua presença, opinião e comentários.

    Aproveitamos para informar que no dia 3 de Abril teremos, no bar do Teatro Aveirense, a nossa tertúlia aberta (debate aberto), com todas as personalidades que entrevistarmos até ao momento e, claro, com todos os interessados em participar e em "debater Aveiro".
Carolina, Tomás, André e Patrícia às 22:24
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Domingo, 2 de Março de 2008

8ª Conversa Semanal

    Na próxima quarta-feira, 5 de Março, às 22 horas, teremos a nossa habitual conversa em www.aveirodoispontozero.com. Esta semana teremos como convidada a Eng.ª Lusitana Fonseca, coordenadora do programa Aveiro - Cidade Digital.

 

Carolina, Tomás, André e Patrícia às 20:17
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